Dia da Mulher
O Dia Internacional da Mulher (8 de março) é muito mais do que uma data no calendário — é um momento de reconhecer momentos, celebrar conquistas e renovar o compromisso com a igualdade de gênero, a inclusão e o respeito. É o dia de destacar o papel fundamental das mulheres em todas as esferas da vida — na família, nas comunidades, no mercado de trabalho, na ciência, na política e na cultura — e lembrar que ainda há muitos desafios a superar para que direitos sejam garantidos de maneira plena e igualitária.
Que o Dia Internacional da Mulher seja um momento de reflexão, valorização e ação concreta, fortalecendo políticas públicas, redes de proteção e atitudes que promovam a autonomia, a dignidade e a segurança das mulheres. Celebrar esta data é reafirmar, todos os dias, o compromisso com uma sociedade mais justa, humana e igualitária, onde todas as mulheres possam viver sem medo, com respeito, oportunidades e direitos garantidos.
Maio Laranja
O dia 18 de maio marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, instituído pela Lei Federal nº 9.970/2000, em memória do caso da menina Araceli, um crime que chocou o país e simboliza a luta por justiça e proteção da infância. O Maio Laranja é um mês de mobilização dedicado ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Mais do que uma campanha, é um chamado à responsabilidade coletiva e à conscientização de toda a sociedade.
Proteger nossas crianças e adolescentes é dever da família, da sociedade e do Estado. Estar atento aos sinais, dialogar, orientar, denunciar e acolher são atitudes que salvam vidas e garantem direitos.denuncie pelo Disque 100 Proteger é agir. Cuidar é denunciar. Nossas crianças e adolescentes merecem crescer livres de violência.
Junho Violeta
O Junho Violeta é um mês de mobilização dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a pessoa idosa, reforçando a importância do respeito, da dignidade e da proteção em todas as fases da vida.
Envelhecer com dignidade é um direito. Proteger a pessoa idosa é dever da família, da sociedade e do Estado, conforme assegura o Estatuto da Pessoa Idosa. O silêncio e a omissão também são formas de violência; por isso, é fundamental estar atento aos sinais, ouvir com respeito e agir com responsabilidade.
No Junho Violeta, reforçamos o compromisso com uma sociedade que valoriza a experiência, a história e a contribuição das pessoas idosas, combatendo o preconceito etário e promovendo o cuidado, o acolhimento e a inclusão.
Em caso de violência, ligue:
Disque 100: Denúncias Anônimas
Orientação e Acompanhamento CREAS: 55 99944-14508
Agosto Lilás
O Agosto Lilás é um mês de mobilização nacional dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher, em alusão à promulgação da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), um marco fundamental na defesa dos direitos das mulheres no Brasil. A violência contra a mulher não é apenas física.
Ela pode ser psicológica, moral, sexual, patrimonial e institucional, e muitas vezes acontece de forma silenciosa, dentro de casa ou em relações de confiança. Por isso, é essencial romper o ciclo da violência, fortalecer a informação, o acolhimento e o acesso às redes de proteção. O enfrentamento à violência contra a mulher é responsabilidade de toda a sociedade. Informar, acolher sem julgar, orientar e denunciar são atitudes que salvam vidas. Nenhuma mulher deve se sentir sozinha ou culpada por sofrer violência.
Violência contra a mulher não é amor. NÃO MAQUIE, DENUNCIE
Em caso de violência, ligue :
180 – Central de Atendimento à Mulher.
55 99919-1949 - Brigada Militar
55 98439-4661 - Delegacia de Polícia
55 99944-1508- Acompanhamento e orientação CREAS
Setembro Amarelo
O Setembro Amarelo é um mês de mobilização dedicado à prevenção do suicídio e à promoção da saúde mental, reforçando que o cuidado com a vida é uma responsabilidade compartilhada. A valorização da vida se fortalece quando há trabalho em rede. A atuação integrada da Saúde, da Assistência Social e do CAPS é fundamental para garantir acolhimento, escuta qualificada, acompanhamento contínuo e acesso aos serviços, respeitando a singularidade de cada pessoa e sua história.
Muitas pessoas enfrentam sofrimento emocional de forma silenciosa. Por isso, é essencial romper o tabu, incentivar o diálogo e fortalecer os vínculos familiares e comunitários. Um olhar atento, uma escuta sensível e um encaminhamento adequado podem salvar vidas.
Neste Setembro Amarelo, reafirmamos o compromisso conjunto de promover ações de prevenção, cuidado e proteção, fortalecendo as redes de apoio e garantindo que ninguém enfrente a dor sozinho.
Em momentos de crise, procure: Unidade de Saúde do seu bairro, o CRAS/CREAS ou o CAPS.